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ENFERMOS “Na Escola de Maria, missionários do Tabor!" Estimados Enfermos! O folheto Mensagem de
Schoenstatt chega até nós trazendo a mensagem da Mãe
Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável. É a própria
Mãe de Deus que entra em nossos lares, em nossas vidas transformando
nossa casa em Santuário, pois Ela vem como a “Portadora
de Cristo”. Por sua visita recebemos de suas mãos
maternais o conforto e estímulo, para continuarmos firmes e perseverantes
em nossa fé. No Santuário a Mãe de Deus cumpre sua missão de Mãe que nos acolhe, abriga e também nos educa ensinando-nos a sermos discípulos e missionários de Cristo. Muitos de nós não conhecemos pessoalmente o Santuário. Isso não impede que Ela cumpra sua missão de Educadora. Na medida em que nos abandonamos em suas mãos, Ela nos educa e nos conduz a uma experiência com o Cristo Vivo. Ela nos ensina a fundir nossa cruz na cruz de Cristo: Sim, Pai! Sim! Na “Escola de Maria” aprendemos que não precisamos temer o sofrimento, pois temos a firme confiança que ela, “Mãe de Jesus Cristo e de seus discípulos, tem estado muito perto de nós, tem-nos acolhido, tem cuidado de nós e de nossos trabalhos, amparando-nos, (...), na dobra de seu manto, sob sua maternal proteção. Temos pedido a ela, como mãe, perfeita discípula e pedagoga da evangelização, que nos ensine a ser filhos em seu Filho e a fazer o que Ele nos disser (cf. Jo 2,5).” (Doc. de Aparecida, nº1). Amparados pela proteção maternal da Mãe de Deus, conseguimos ver em nossas enfermidades, sofrimentos e dor, o caminho escolhido por Deus, para que cheguemos a essa fusão de coração com Jesus Cristo; ser filho n’Ele e a fundir nossa cruz em sua Cruz Redentora. Muitas vezes não conseguimos ver na enfermidade, no sofrimento e na dor um caminho de bênçãos, pelo contrário, sentimo-nos cansados, desanimados e até castigados. Quando nos encontramos nessa situação queremos contemplar a imagem da Mãe de Deus com seu Filho nos braços. E Ele, ao perceber que estamos sentindo o peso de nossa cruz nos diz: “Venham a mim, vós todos os que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei. Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque sou manso e humilde de coração e achareis repouso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e meu peso é leve.” (Mt 11,28-30). Na “Escola de Maria” também aprendemos que quando vemos em nossa cruz, uma participação na cruz do Senhor e quando conseguimos perceber que nosso sofrimento oferecido com amor é a nossa colaboração com Jesus na obra da Salvação, então alcançamos a fusão de nossa cruz na cruz de Cristo e suas palavras tornam-se vivas: “Venham a mim, vós todos os que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei....” Como são belos os pensamentos que acabamos de ler, mas na vida diária sabemos como é difícil suportar a dor com paciência e amor, principalmente quando sentimos nossa limitação, quando temos que aceitar ajuda para as coisas mais simples ou até mesmo quando experimentamos a solidão. Diante destas situações e de muitas outras, nosso coração é pressionado com a pergunta: como fazer para alcançar esta fusão – nossa cruz, na cruz de Cristo? Encontramos como resposta: pela vida de oração! Uma zelosa vida de oração faz parte das exigências da Aliança de Amor com a Mãe de Deus. A oração é o dialogo com o Deus de minha vida. É válido trazermos à memória os ensinamentos de São Paulo, visto que a Igreja celebra o ano paulino por motivo dos dois mil anos de seu nascimento. Na carta aos Romanos podemos ler: “Sede alegres na esperança, pacientes na tribulação e perseverantes na oração” (Rom. 12,12) Pela oração aprendemos a conversar com Deus. Através deste diálogo, Deus torna-se próximo, vivo e presente em nossa vida. Quando crianças, muitos de nós aprendemos que Deus é Justo e Poderoso, e talvez não conseguíamos vê-lo como um Pai que nos ama. Agora, ao freqüentarmos a “Escola de Maria” ela nos ajuda a fazermos a experiência que, pela oração, Deus é um Pai misericordioso, que nos ama bem pessoalmente. E aos pouco redescobrimos que somos filhos deste Pai do céu e, dessa vivência, passamos a agradecer cada coisa recebida e vivida durante o dia, através das pessoas, das circunstâncias, das dores... Por detrás de tudo conseguimos ver a mão bondosa de Deus Pai. Tudo isso não conseguiremos da noite para o dia! É um processo evolutivo que cresce, na medida em que praticamos o diálogo com Deus. É um caminho lento e muitas vezes até nos desanimamos quando deparamos com nossa impaciência, nossos limites e fraquezas. Ou ainda quando a escuridão invade nosso caminho e este, por sua vez, é muito pedregoso. É então que podemos apoiar nosso braço nas mãos da Mãe de Deus, do Pai do Céu e não esquecer que o Senhor nos diz: “Vinde a mim todos os que estais cansados e eu vos aliviarei!” Sentimo-nos felizes que através da visita da Mãe Peregrina de Schoenstatt podemos freqüentar a “Escola de Maria”. Nesta escola também aprendemos que somos reflexos de Cristo e que por nossa cruz podemos ajudar o Senhor a salvar o mundo. Sabemos, porém, que precisamos aceitar e oferecer tudo o que nos causa dor, que nos custa... vendo em tudo a vontade do Pai do céu. No diálogo permanente com Deus encontraremos o verdadeiro sentido de nossa enfermidade e, conseqüentemente, o sentido de nossa vida. Com isso entendemos o que nos exorta o Documento de Aparecida: “O sofrimento humano é uma experiência especial da cruz e da ressurreição do Senhor.” Queremos encerrar nosso
folheto Mensagem de Schoenstatt rezando juntos: |