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a
sua esposa Vitória Filipetto falecida a 06.03.1979. Escreveu cinco dias
após sua morte: 11.03.1979.
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Eu me responsabilizo por este pecado.
Em
1957, ao encerrar a oração do terço na casa de uma família, dois pais
de família quiseram falar a sós com o Sr. João. Alguns sacerdotes, informados
de que havia pessoas que rezavam diante da imagem de Nossa Senhora de
Schoenstatt, e com o Sr. João, disseram-lhes que, para eles, "era
melhor ir dormir do que rezar com esse homem e essa imagem". (Na
ocasião o Fundador da Obra de Schoenstatt, Pe. José Kentenich encontrava-se
exilado pela Igreja e a Obra passava por grandes provações).
-
Não disseram mais nada? - perguntou o Sr. João.
- Só isso.
- Então, me responsabilizo por esse pecado - concluiu o Sr. João.
Semelhante fato motivou-lhe a escrever ao Bispo Diocesano, Dom Antonio
Reis, narrando-lhe o apostolado que realizava. Recebeu, prontamente,
uma resposta, na qual o Sr. Bispo o abençoava e o animava: "Continue
e amplie o que está fazendo!"
Cf__URIBURU.
Esteban J., Herói hoje, não amanhã,1991, Ed. Pallotti
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Aqui está o João, sempre o mesmo.
Certa
tarde, o Diácono Pozzobon, pergunta à Denise (jovem que o auxiliava):
- Quando a Denise vai à Missa, passa pelo Santuário, ou não?
- Às vezes sim... outras vezes chegou em cima da hora e não consigo.
- Mas, insiste o Diácono, a quem levas quando vais ao Santuário?
- Eu? ...levo a todos que estão no meu coração.
-Eu, disse ele, quando chegou no Santuário, entrego o dia anterior,
tudo o que pude fazer. Então, recebo as graças para o novo dia. Sobre
meus ombros levo a Campanha e todos os que participam da mesma.
- Sr. João, o senhor fala muito com a Mãe de Deus? Pergunta Denise.
- Sim, sempre! Chego ao Santuário e lhe digo: aqui está o João, sempre
o mesmo!
Cf__URIBURU.
Esteban J., Herói hoje, não amanhã,1991, Ed. Pallotti
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Eu também sou ladrão.
A
jovem Denise, acompanhava o Diácono Pozzobon em seus apostolado, em
muitos lugares. Certo dia, logo após ter completado 80 anos de vida,
o Diácono parecia estar bastante triste. Contou para Denise alguns acontecimentos
que o tinham magoado e pediu que ela não comentasse com ninguém. Disse
que tinha recebido tantas alegrias pelos seus 80 anos, qu agora
tinha que passar por algum sofrimento.
Ele disse:
- "Jesus
não sofreu mais do que isso? Até o chamaram de ladrão!
No fim das contas, eu também sou ladrão: roubo as almas do diabo
e as levo para Deus."
E despediu-se
da jovem, bem humorado!
Cf__URIBURU.
Esteban J., Herói hoje, não amanhã,1991, Ed. Pallotti
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Deus colocou esta cruz nos meus ombros...
Um
pai de família, 36 anos, estava nos últimos dias de sua vida, devido
a um câncer. Várias pessoas haviam tentado ajudá-lo a se preparar para
a morte, mas, ele continuava revoltado contra Deus e, inclusive, havia
jogado pela janela um crucifixo. O Diácono Pozzobon, foi informado sobre
isso. Disseram a ele que ele não podia deixar esse senhor morrer sem
os sacramentos.
- Vou tentar! Se a situação é assim, isso exige mais do que só uma visita.
Foi a resposta do Diácono Pozzobon.
Era verão! O calor em Santa Maria/RS é muito forte. Antes de visitar
o enfermo, o Diácono Pozzobon trabalhou três dias na plantação, sob
o sol, oferecendo esse sacrifício em suas intenções. Depois desses dias
de sacrifícios, foi ao Santuário, conversou com a Mãe de Deus sobre
o enfermo e seguiu em direção à sua casa.
Lá chegando, encontrou-o na cama. Colocou, despercebidamente, um santinho
da MTA sob seu travesseiro e começou uma conversa amigável, sem falar
em religião. Na despedida, estendeu a mão e disse-lhe:
- Vou fazer uma proposta: o senhor tem uma cruz bem pesada. Agora, vou
para casa. Mas, antes, vou passar no Santuário e pedir à Mãe de Deus
que me coloque 50% de sua cruz sobre os meus ombros.
O enfermos ergueu-se, fitando-o seriamente e disse sensibilizado:
- Não, Seu João! Isso eu não quero! Deus colocou esta cruz sobre meus
ombros e vou levá-la até o fim.
Quebrou-se o gelo! O enfermo solicitou a visita de um sacerdote, regularizou
sua vida com uma boa confissão e comungou em dias seguidos, até a sua
morte.
Conferência
do Sr. Germano Arendes (Irmão de Maria de Schoenstatt – amigo pessoal
do Diác. Pozzobon) 1987, Santa Maria/RS)
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Uma corrente que parte do Santuário
Vendo
como o apostolado do Sr. João Pozzobon produzia muitos frutos de conversão
nas famílias, alguns seminaristas tentaram imitá-lo. Mandaram fazer
umas imagens peregrinas e formaram grupos de famílias. Conseguiram formar
vários grupos de famílias, porém, o trabalho não progredia.
Foram conversar com o Sr. João:
- Sabemos que o senhor organiza grupos de famílias que funcionam bem.
Quando nós organizamos juntos com o senhor, também funciona, mas quando
organizamos sozinhos, não dá certo!
- Como vocês fazem, levam junto a Mãe Peregrina?
- Sim, levamos! - E esta imagem recebe a bênção no Santuário?
- Não!
-Então, não pode dar certo! Não pensem que são vocês que fazem, mas
o que opera na Campanha, o que a faz funcionar, é a corrente de graças
que parte do Santuário!
(Conferência
do Sr. Germano Arendes (Irmão de Maria de Schoenstatt – amigo pessoal
do Diác. Pozzobon) 1987, Santa Maria/RS)
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