O último encontro com o Símbolo do Pai na Vila Mariana, São Paulo, na noite de 5 de outubro, às 20 horas, reune representantes dos ramos e coordenadores diocesanos da CMPS. Revivendo as graças dessa visita abençoada O encontro acontece na frente do Santuário, Tabor da Confiança Vitoriosa no Pai e inicia com a recepção do Símbolo do Pai, que sai desse lugar de graças. Então, com o Pai, a Família faz uma retrospectiva de sua visita abençoada por meio de flashes de cada momento desses dias de graças. Quando se revivia a hora de guarda de um ramo ou de uma diocese, se cantava um refrão convite. Exemplo: "Liga de Famílias, vais comigo? Sim Pai, rumo ao centenário da Aliança." Dessa forma, a Família se compromete com o Pai e pede a sua bênção para preparar bem o centenário da Aliança de Amor, em 2014. No último encontro, um presentinho Após esta retrospectiva, todos entram no santuário e cada um pode ainda ter seu último momento com o Símbolo do Pai e receber um bombom. Pois, o Pai e Fundador, Pe. Kentenich, para causar uma alegria, sempre presenteava em um encontro com alguém. Esta noite singela e profunda com o Pai, se encerra com a queima dos bilhetes nos quais estavam as ofertas ao Capital de Graças, realizadas especialmente em preparação para esta visita tão importante. É difícil descrever a atmosfera desse último encontro e de cada dia com o Pai, por meio de seu Símbolo. O testemunho que segue ajuda a compreender um pouco tudo o que vivemos. Seu olhar é de amor paternal "Meu marido eu estávamos muito cansados, após exaustivo dia de trabalho. Lembrei-o, que na noite daquela quarta-feira, tínhamos um compromisso no Santuário, reunidos com a comunidade para a despedida do PAI. Mesmo exaustos, fomos, porque sabíamos que seria uma noite especial, talvez de um sentimento tão intenso, mas não menos, do que a a Santa Missa do Domingo, com Dom Júlio, na reentronização do marcante Símbolo do Pai no Santuário. Assim que entramos no Santuário, nos acomodamos, aguardando a chegada dos demais. Naqueles instantes de silêncio, contemplando o 'emblemático Olho Divino do Pai', me veio instantaneamente o Salmo 139: 'Senhor, eu sei que tu me sondas. E sei que conheces o meu sentar e o meu levantar. De longe penetras o meu pensamento. Examinas o meu andar e o meu deitar, meus caminhos todos são familiares a ti.' O Seu Olhar, que tudo penetra e vê, 'que me examina e me conhece', revela a intimidade que o Pai quer ter com seus filhos; demonstra a companhia que Ele quer ser ao nosso lado em todos os momentos de nossas vidas. Como havíamos previsto, foi uma noite realmente intensa, marcada pelo carinho das Irmãs de Maria, que nos receberam e acolheram, pela forma simples, mas brilhante de homenagear o Símbolo do Pai, que naquele momento se despedia fisicamente partindo para outro Santuário. Símbolo do Pai que continuaria a nos olhar com bondade e misericórdia, sondando os nossos corações, para suprir nossas necessidades e deficiências. Comentei com o Rubens, meu esposo: Testemunhar o que vimos, desde domingo até este momento, é considerar que Deus está no centro de nossa existência, que participa por inteiro na trajetória da humanidade, e que nunca devemos empurrá-lo para a margem da vida. E o Rubens me respondeu: Deus sempre mantém o seu Olhar atendo dirigido para nós, embora não somos ainda tão sensíveis a ponto de percebê-lo. Por esta razão, dizemos sempre: 'Vem Senhor!'. Mas... quantos se dispõem a ir até Ele?" Fátima e Rubens Bracco O Pai me vê, o Pai me ama e o Pai precisa de mim Por isso, encerramos esses dias de graças com o testemunho-convite: O olhar do Pai me vê, ele me ama e precisa de mim! Com confiança vitoriosa, permaneçamos também com os olhos voltados para ele e nossa vida testemunhe o seu amor sempre presente e atuante!
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