CAMPOS ARREDIOS

Pe. Irineu Trevisan

A Igreja encontra, hoje, ambientes, lugares, pessoas impenetráveis, arredios, de difícil acesso à sua ação pastoral. Como, por exemplo, os bairros afastados, os católicos que não praticam a religião, os presídios, os arranha-céus de grandes centros urbanos, as famílias-problemas (divorciadas, pais separados, amasiados, destruídos), escolas hospitais...

 

As estatísticas revelam que as paróquias atingem somente dez a quinze por cento dos seus habitantes católicos.
 

Ora, a CMP – conforme os fatos atestam – consegue penetrar e expandir-se entre essas pessoas, locais e ambientes. As famílias-problemas, por exemplo, constituem um de seus alvos. Por ventura, elas podem incorporarem-se aos grupos de famílias da CAMPANHA e receberem mensalmente a visita da Mãe Peregrina?
Sim, podem, desde que na família haja pelo menos uma pessoa, que se disponha a cumprir os requisitos mínimos. São eles: proponha-se a acolher, venerar a Mãe de Deus como nossa Mãe, dê-lhe um lugar de honrar no lar, no dia seguinte, passe a Imagem para as outra família do grupo.

Mas, não estaríamos expondo a Mãe de Deus a lugares, famílias, ambientes, pessoas indignas? Vale a resposta de Jesus para aquelas pessoas que lhe vinham sussurrar que Ele estava sendo mal visto, por que freqüentava a casa dos pecadores. Jesus explicou-lhes: “O Médico existe para os doentes, e o Messias foi enviado para resgatar as ovelhas perdidas de Israel” (Mt 9,12; 15,24).

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